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Pesquisadores da Unicamp fizeram uma avaliação promissora para a adoção no Brasil de grandes fazendas de energia solar sem precisar entrar em conflito com outros usos do solo.

A ideia é usar a energia solar flotovoltaica, um termo oriundo de "sistemas fotovoltaicos flutuantes", que envolvem a instalação de painéis solares sobre as águas de represas, lagos ou do mar.

Enquanto outros países estão explorando principalmente a superfície de lagos, lagoas e estações de tratamento de águas residuais, a situação brasileira é particularmente favorável à adoção da tecnologia devido às grandes áreas das represas das usinas hidroelétricas.

Além de adicionar outra fonte de energia limpa e renovável, a cobertura das represas pelos painéis solares contribui para a diminuição da taxa de evaporação dos reservatórios e para a redução da proliferação de algas, em decorrência do sombreamento.

E, do ponto de vista técnico e econômico, a grande vantagem é a possibilidade de utilização das linhas de transmissão já disponíveis para as usinas. Hoje, várias fazendas eólicas já totalmente operacionais continuam sem gerar energia no Brasil por falta de linhas de transmissão para levar a eletricidade até os consumidores - e a construção dessas linhas esbarra na dificuldade em conseguir os terrenos necessários às suas instalações e em autorizações ambientais para uso desses terrenos.

Convidamos a todos participarem da audiência pública na Assembléia Legislativa no dia 09/Junho/2016 no intuito de sensibilizar governo do estado, deputados, profissionais do segmento, usuários e interessados no uso de energias renováveis para comparecerem para podermos sensibilizar nossos governantes sobre políticas públicas voltadas para o setor de energias renováveis.

SÃO PAULO (Reuters) - As usinas de energia solar fotovoltaica que fecharam contratos no leilão promovido pelo governo federal em agosto deverão custar entre 3,1 e 5,1 milhões de reais por megawatt-pico para serem construídas, segundo levantamento feito pela estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE) junto às empresas. Segundo nota técnica do órgão, ligado ao Ministério de Minas e Energia e responsável pelo planejamento do setor, projetos com estruturas fixas apresentaram custo médio de 3,57 milhões de reais por megawatt-pico em capacidade instalada, enquanto usinas que utilizarão placas fovoltaicas com sistemas de rastreamento, para acompanhar a movimentação do Sol, demandarão 4,16 milhões por megawatt-pico.