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As linhas de financiamento têm sido uma das grandes impulsionadoras do crescimento da energia solar no país. O último aliado de peso que o mercado solar ganhou foi a a decisão do BNDES de priorizar o financiamento de fontes renováveis, em especial, a fotovoltaica, no final do ano passado.

A mudança de diretriz do BNDES sinaliza uma melhora no gargalo do financiamento para a energia solar no país e veio em boa hora. No final de 2016, o setor sofreu um revés com o cancelamento do único leilão de reserva previsto para o ano.

Após o cancelamento do leilão o setor tem se mobilizado junto ao governo para tentar garantir pelo menos um leilão neste ano. Segundo Rodrigo Lopes Sauaia, diretor da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o setor precisa de uma previsão de contratação a partir de 2019, pois até lá existe um volume importante de projetos já contratados.

Apesar da incerteza do acontecimento de novos leilões, a geração distribuída tem tentado garantir seu crescimento. O setor de micro e minigeração de energia solar fotovoltaica alcançou a marca de 7.504 sistemas instalados, um crescimento de 300% em 2016. Embora não tenha a escala das grandes usinas solares, a geração distribuída apresenta um crescimento orgânico e independente importante que tende a aumentar com a melhoria das condições de financiamento para os consumidores.

Hoje, apenas 15% das conexões de micro e minigeração estão nos telhados de comércios e empresas. Quase 80% dos sistemas são residenciais, e apenas 2% estão instalados nas indústrias.

As linhas de financiamento tem sido a tábua de salvação para um setor onde o crédito escasso e caro para empresas e consumidores residenciais. Empresários do mercado de energia solar acreditam que o aumento do prazo de amortização e do valor financiado pelo BNDES deve impulsionar a presença de painéis solares nos telhados dos brasileiros, sobretudo, nas empresas, que agora têm um incentivo a mais no bolso para reduzir a tarifa de energia.

Fonte: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2017/01/linhas-de-financiamento-ajudam-impulsionar-mercado-de-energia-solar/31032 

“Se eles querem tornar a América grande novamente, eles precisarão usar tecnologias limpas e energias renováveis”, disse Piccard

Londres – Bertrand Piccard, o piloto suíço que viajou pelo mundo em um avião movido a energia solar, quer convencer Donald Trump de que o investimento em energia limpa é a chave para a geração de empregos e o crescimento.

Piccard, CEO da empresa Solar Impulse, quer se reunir com Trump após sua posse para destacar a queda dos custos das energias renováveis na comparação com os dos combustíveis fósseis, disse ele na segunda-feira, em entrevista concedida antes do Fórum Econômico Mundial.

Trump criticou as energias solar e eólica, dizendo que são caras demais. Sua plataforma eleitoral promete cancelar regulações ambientais e tirar os EUA do histórico acordo de Paris, que tem o objetivo de limitar o aquecimento global.

O presidente eleito aposta na indústria do carvão dos EUA para estimular a economia e gerar novos empregos. “Se eles querem tornar a América grande novamente, eles precisarão usar tecnologias limpas e energias renováveis”, disse Piccard em entrevista por telefone, de Munique. “Não teremos crescimento com tecnologias antigas.

” Mesmo que o Air Force One — o jato presidencial dos EUA — ainda não possa voar com energia solar, a Casa Branca poderia ser reformada para operar com energias renováveis, disse Piccard, antes da reunião anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, nesta semana, onde ele se unirá a líderes empresariais e financeiros para discutir os riscos climáticos.

“Eu sou um empreendedor, como ele”, disse Piccard. “Eu voei ao redor do mundo com energia solar porque é possível fazê-lo. Eu montei uma companhia, encontrei o dinheiro e a tecnologia para isso, por isso penso que falando a língua do empreendedor é possível mostrar a ele onde os novos negócios estão.”

 

Por Jessica Shankleman, da Bloomberg

17 jan 2017, 16h57 - Atualizado em 17 jan 2017, 18h08

Falta de chuvas significativas há pelo menos quatro semanas prejudica a captação de água no estado. A crise hídrica voltou a rondar o Espírito Santo.

No acumulado dos últimos 30 dias, os dois principais rios que abastecem o estado – o Jucu e o Santa Maria da Vitória – perderam, e muito, em termos de vazão de água. Os números impressionam: houve uma queda de 90% na vazão do Rio Jucu, se comparada com o seu pico em dezembro, de 70 mil litros por segundo, para 7 mil. Os dados são da Companhia Espírito-Santense de Saneamento, a Cesan.

Com a baixa vazão, há dificuldade na captação de água e consequentemente na distribuição. Para agravar ainda mais a situação, com a chegada do verão, o consumo de água e energia elétrica aumentam consideravelmente, e a Companhia não descarta futuros rodízios no abastecimento na Grande Vitória.

Diversas ações neste período de crise foram anunciadas, como a construção da barragem do Rio Jucu, que quando concluída poderá armazenar mais de 21 bilhões de litros de água, além de gerar energia elétrica por meio de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH).

Medidas são tomadas para evitar o desperdício no campo 

Responsável por números consideráveis no consumo de água – algo justificável, uma vez que é a partir dela que se produz boa parte dos alimentos e produtos primários consumidos no país – a agricultura também pode ser parte importante do combate ao desperdício de água.

Medidas como a captação e uso alternativo da água da chuva, a criação de barragens, o reúso de água de chuveiros e lavatórios, e o uso responsável das irrigações podem ser aplicadas no campo, levando economia e desenvolvimento sustentável á esse setor.

O uso de novas tecnologias também pode ser aplicada mediante as restrições dos recursos naturais e condições do local. Uma das técnicas que se apropriam dessa tecnologia é a irrigação por gotejamento, em que o uso controlado da água propicia um melhor aproveitamento dos recursos hídricos disponíveis, diminuindo o desperdício e poupando as reservas hídricas. A técnica utiliza gotas de água ao invés de irrigação com fluxo constante e pode economizar até 50% da água e ter o mesmo resultado do método tradicional.

O monitoramento de mananciais, nascentes e lençóis freáticos, com um controle das águas retiradas desses ambientes, e o reflorestamento conservacionista – que amplia os programas de reflorestamento ambiental, e recupera as nascentes desassoreando os rios – também são ações estratégicas que ajudam a cadeia agronômica a produzir conservando e conservar produzindo.

Estas e outras propostas estão disponíveis no documento intitulado “Proposta para um Novo Governo - uma Agenda para o Espírito Santo Avançar”, que consolida as proposições dos profissionais da Engenharia e da Agronomia, que compõem o Crea-ES e atuam em terras capixabas.

Fonte: Kayque Fabiano - Comunicação do Crea-ES (Atualizado em em 13 de janeiro de 2017 às 16:49)

http://www.creaes.org.br/creaes/PRINCIPAL/tabid/55/ctl/Details/mid/402/ItemID/2956/Default.aspx 

Carros terão que ser elétricos ou movidos a hidrogênio. Residências serão aquecidas com energia geotérmica e com calor residual de processos industriais.

O governo da Holanda apresentou um plano de energia de longo prazo que estipula o banimento de novos carros movidos a combustíveis fósseis a partir de 2035. Além disso, todas as casas terão as fontes de gás natural desconectadas a partir de 2050. Esse plano teve amplo apoio parlamentar, apesar de muitos partidos políticos declararem que ele poderia ter ido mais longe.

Com o plano, a Holanda, casa da transnacional Shell - uma das maiores companhias de petróleo e gás do mundo - pode ser um dos primeiros países do mundo a colocar uma data mais específica para acabar com os combustíveis fósseis em motores de carros. A agenda estabelece que, de 2035 em diante, todos os carros vendidos devam ter emissão zero, sejam elétricos ou movidos a hidrogênio.

A maioria do parlamento holandês havia solicitado que a mudança ocorresse em 2025, mas, segundo o ministro, essa data seria inviável por estar muito próxima.

Gás natural

Novas casas não serão conectadas com redes de gás natural, segundo o plano. Já as casas existentes serão gradualmente desconectadas. A partir de 2050, as residências não usarão mais gás natural. Elas serão aquecidas a partir de calor residual de processos industriais e por fontes geotérmicas. Uma nova infraestrutura será construída.

Essa mudança será significativa, já que a Holanda, desde os anos 60, é a maior produtora de gás natural da Europa e a maior exportadora, além de ter provavelmente a maior rede de distribuição de gás do mundo. Os custos da troca de rede devem chegar a € 200 bilhões ao longo de 20 anos.

Alguns setores da indústria holandesa precisarão de gás para funcionarem. Desse modo, terão que utilizar técnicas de armazenamento de carbono para compensar emissões.

Foco na redução de CO2

Por fim, a agenda energética da Holanda diz que as atenções dos europeus a respeito de mudanças climáticas e do setor energético devem estar voltadas para a redução de CO2. Focar na eficiência energética e nas energias renováveis deveriam ser medidas secundárias com relação ao cumprimento de metas de redução de carbono no ambiente, segundo o plano.

Rijksoverheid​ - eCycle.com.br

Fonte: http://www.cntdespoluir.org.br/Paginas/Reportagens.aspx?n=897 

Quem desrespeitar a legislação estará sujeito à multa que varia de R$ 1.593,25 a 15.932,50. A multa poderá ser dobrada em caso de reincidência.

Postos de serviços e abastecimento, lava rápido, lava a jato, transportadoras e empresas de ônibus e demais estabelecimentos que possuam sistema de lavagem de veículo terão 180 dias a partir desta sexta-feira (13) para a instalação de sistema para captação, tratamento e armazenamento de água da chuva visando reúso.

O prazo de seis meses está estabelecido na Lei Estadual 10624/2017, do deputado Amaro Neto (SD), sancionada pelo governador do Estado e publicada no Diário Oficial do Estado desta sexta.

Na época em que a proposta era discutida pelo Plenário da Ales, o autor da proposta subiu à tribuna para defender a importância da medida. “Fiz uma pesquisa e vi que outros Estados possuem projetos semelhantes e que conseguiram para o empresariado uma economia de 30% a 40% do consumo de água, economizando também na conta de água. Num primeiro momento existe o investimento, mas em menos de um ano aparece resultado”, assegurou. Fonte: http://www.m1midia.com.br/destaques/agora-e-lei-lava-a-jato-tera-que-trabalhar-com-agua-de-reuso/3255