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A bandeira de abril será vermelha, patamar 1, com custo de R$ 3 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Como o sinal para o consumo é vermelho, os consumidores devem fazer uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios.

Criado pela ANEEL, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade.

Anunciadas no mês de outubro de 2016, as telhas solares da Tesla chamaram atenção quando foram reveladas ao mundo, mas sumiram um pouco dos holofotes desde então. Felizmente, Elon Musk, o chefão da empresa, resolveu mais uma vez ir ao Twitter para bater papo com os seus seguidores e acabou revelando que o produto pode dar as caras no mercado muito em breve.

A geração distribuída a partir de fontes renováveis no Brasil, chamada de microgeração e minigeração distribuída, acaba de ultrapassar a marca histórica de 100 megawatts (MW) instalados. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), com base em dados oficiais da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), os sistemas solares fotovoltaicos instalados em residências, comércios, indústrias, prédios públicos e na zona rural já representam mais de 99% destas instalações de microgeração e minigeração distribuída no país.

Fato é que toda a água que cai do céu, a despeito de casos isolados, é bem pouco reservada e reusada no Brasil, diferentemente de muitos outros países

Até pouco tempo atrás, eram comuns notícias sobre a falta de água em áreas distantes dos grandes centros urbanos brasileiros, especialmente nos Estados do Nordeste. Mas, atualmente, a realidade é outra. Relatos de problemas enfrentados por regiões onde antes a água era abundante também são registrados.

Com o reúso da água de chuva o programa piloto pode fornecer a água de lavagem requerida na fabricação do vinho

Como a agroindústria da Califórnia se planeja para meses de chuva extrema seguidos por meses de longa seca, a Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis) e a Winesecrets, provedora de soluções para a indústria do vinho, se alinharam com a GE para conduzir um programa de utilização da água de chuva na produção de vinho. Com o reúso da água de chuva, em vez de extrair água doce do aquífero, o programa piloto pode fornecer a água de lavagem requerida na fabricação do vinho.